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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

segunda-feira, 11 de julho de 2016

À Sombra de um Delírio Verde : documentário sobre os Guarani Kaiowá



Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.
Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível "limpo" e ecologicamente correto.
Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.
Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

Ficha Técnica
À Sombra de um Delírio Verde
Tempo: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil

Narração: Fabiana Cozza
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu

http://www.funai.gov.br/index.php/ascom/58-galeria-de-videos/165-segundo-exemplo-de-video

segunda-feira, 18 de abril de 2016

CRACK, Repensar (Roda de Conversa EJA)


Em uma sociedade de dependentes, questões como a redução de danos, internação compulsória e regulação das drogas precisam ser repensadas. Essa é a proposta do documentário Crack, repensar, que reúne depoimentos de usuários, ex-usuários, especialistas em saúde pública, acadêmicos, gestores e profissionais que atuam na promoção da justiça em um polêmico debate sobre como conviver com as drogas uma sociedade dependente.



produção: Doctela
direção: Felipe Crepker Vieira e Rubens Passaro
distribuição: VideoSaúde Distribuidora da Fiocruz
ano da produção: 2015

Prêmio de Melhor Curta-Metragem pelo Júri Popular do RECINE - Festival Internacional de Cinema de Arquivo 2015

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Brô MC’s "Eju Orendive" – RAP Guarani


O grupo de rap Brô MC’s é formado por duas duplas de irmãos, e daí o nome “brô”, do inglês “brother”. Suas rimas misturam português e guarani e denunciam o desmatamento ilegal, o esquecimento e a perseguição que seu povo sofre por pressão do agronegócio.

quarta-feira, 16 de março de 2016

O Revés - Direção: Fáuston da Silva (Roda de Conversa EJA)

Sinopse:

Mesmo que não percebamos, há momentos nas nossas vidas em que simples decisões - um abraço, um sim ou um não - podem representar luz ou noite, continuidade ou revés.



Histórico:Filme produzido por Hoje Filmes e Programa Picasso Não Pichava e dirigido por Fáuston da Silva. Filmado na cidade de Unaí-MG com coprodução da Cepasa - importante ong daquela cidade. Este filme faz parte dos esforços de combate à proliferação do crack. O Programa Picasso Não Pichava é uma ação de enfrentamento à formação de gangues infato-juvenis e pertence à Subsecretária de Programas Comunitários da Secretária de Segurança Pública do Distrito Federal.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Essa propaganda é machista?



Ops..."peraí", foi buscar uma cerveja e trouxe uma mulher de BRINDE? 
-SOCORRO!!


 Acha difícil distinguir, nessa era confusa da  informação, propagandas machistas? Será que as feministas estão exagerando?

Muito simples. A cada vez que uma propaganda fizer referência a uma mulher, experimente imaginar um homem no papel daquela mulher. Se não fizer nenhum sentido… algo de errado tem aí.

http://www.virusplanetario.net/propagandas-machistas-processada/#ixzz3mneUp3Jl







quarta-feira, 10 de junho de 2015

"Minha Vida de João"


 A vida de João é parecida com a nossa vida. A Animação ilustra aspectos de uma educação sexista - homem não pode brincar de boneca, homem não chora! Situações de violência doméstica, primeira experiência sexual, gravidez de sua namorada, primeiro emprego, entre outros.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Um país onde o relacionamento afetivo e sexual entre um homem e uma mulher é proibido.

    No país de Blowminsk

    Blowminsk é um país onde se proíbe o relacionamento afetivo e sexual entre pessoas de sexo oposto. Um homem não pode sentir desejo, atração ou tesão nem amar romanticamente uma mulher. E a mulher também não pode sentir desejos afetivos/sexuais por um homem. Os bebês são gerados em provetas e inseminados artificialmente, dando opções maiores aos pais sobre as características que poderão desenvolver. Existem pessoas que tentam quebrar as regras de Blowminsk, relacionando-se com pessoas do sexo oposto ao seu, mas elas são excluídas da sociedade e vivem em guetos.
     Ivan e Marina moravam em Blowminsk e frequentavam a mesma escola. Um dia, perceberam que algo estranho estava acontecendo entre eles. Tentaram disfarçar, mas foi inevitável que acabassem conversando sobre o desejo que estavam sentindo um pelo outro. Sentiram-se muito angustiados, porque perceberam que eram diferentes das outras pessoas, seus pais não aprovariam e talvez fossem até expulsos da escola. Marina e Ivan tentaram não deixar que a atração se transformasse em atitude. Mas uma tarde, voltando para casa, não resistiram e, depois de se esconderem atrás de algumas árvores em um parque, beijaram-se apaixonadamente. Eles estavam próximos ao colégio onde es- tudavam. Os amigos de Ivan, que estavam jogando ali perto, viram a cena e ficaram horrorizados. Xingaram Ivan de “hetero” sujo e deram-lhe alguns pontapés. A direção da escola ficou sabendo e imediatamente os expulsou da instituição, para que não contaminassem os outros alunos.
Os dois pais de Ivan mandaram-no embora de casa, indignados. Marina teve mais sorte. Foi encaminhada para um psicoterapeuta, que explicou à família que os sentimentos de Marina por Ivan não eram doença nem opção. Esclareceu que ela era normal, igual às outras mulheres, e que a diferença estava em quem ela desejava para amar. [...] Mesmo assim, as duas mães de Marina pediram que ela não se relacionasse mais com alguém do sexo oposto ao seu. Marina, mesmo sabendo que era normal e igual às outras pessoas, sentiu-se indignada por haver sido rejeitada só porque amava diferente, enquanto os amigos que a haviam agredido não tinham sofrido qualquer repressão.
       Ivan tentou se relacionar com outros meninos, cumprindo o que era esperado pela sua família e pelas normas e valores de Blowminsk. Resolveu não viver mais o seu desejo até que pudesse ser independente. Marina continuou a procurar alguém que sentisse o mesmo que ela e amigos que respeitassem o seu desejo.


 (Adaptado de Picazio et alii, 1998, p. 36-37).

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Respeite meus cabelos

Chamar alguém de cabelo duro é brincadeira? O que está por trás dessa "brincadeira"? Algo que agride, entristece, tem a intensão de constranger, fazer a pessoa ficar envergonhada, pode ser considerado brincadeira?