sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Estudo do Meio no Jardim Botânico de São Paulo




Endereço: Av. Miguel Estéfano, 3687 -
 Vila Água Funda, São Paulo - SP, 04301-902

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
De Terça a Domingo e feriados: das 9hs às 17hs.
Fechado: sexta-feira Santa, 25 de dezembro e 1º de janeiro.
HORÁRIO DAS VISITAS Escolares sem monitoria:
Manhã: início às 9hs e Término ao máximo ás 12hs.
Tarde: início ás 14hs e Término no máximo às 17hs.

VALORES DE INGRESSO
Estudante: R$ 3,00     Público em geral: R$ 6,00             Estacionamento: R$ 10,00 



O Estudo do Meio no Jardim Botânico faz parte de um trabalho com os 7º anos, cujo objetivo é um olhar de cuidado com a natureza, com espaço em que estamos, uma tomada de consciência de que existe diferentes formas de vida e é preciso respeitá-las. Muito se fala sobre preservação da florestas, o consumo consciente, mas como é possível perceber a real importância dessas questões estando distante delas?
Fomos conferir e foi Maravilhoso!
Jardim Botânico de São Paulo pertencente ao Parque Estadual das Fontes do Ipiranga – que abriga também o Jardim Zoológico, o Zoo Safári e o Parque Cientec em seus 5,5 quilômetros quadrados – o Jardim Botânico de São Paulo foi oficializado em 1938. No final do século passado, toda a região era coberta com mata nativa e ocupada por sitiantes. Por ordem do governo do estado, as desapropriações tiveram início em 1893, já visando à recuperação da floresta.


Saiba um pouco sobre o Jardim Botânico:

Alameda Fernando Costa – é a primeira atração com que o visitante irá se deparar. Totalmente reformada, sua construção é uma passarela suspensa com 250 metros de extensão, feita de madeira de reflorestamento, onde se pode observar a mata natural, bem como as águas cristalinas do córrego Pirarungáua. Foi projetada para facilitar a acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida.



Córrego Pirarungáua – Canalizado por várias décadas, o Córrego Pirarungáua, afluente do histórico Riacho do Ipiranga, aflora a céu aberto, e é a nova atração do Jardim. Em seu leito correm águas límpidas e nas margens foram introduzidas espécies da Mata Atlântica, que estimulam o visitante a refletir sobre a importância de se preservar as nossas áreas de mananciais.





Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues - com singular arquitetura, construído em forma de cruz, foi inaugurado em 1942, com o objetivo de despertar no visitante o interesse pela pesquisa, para os ecossistemas do Estado de São Paulo e a para a botânica econômica. Possui também uma sala histórica e um belíssimo vitrô central que retrata nossa flora.








Escadarias/Jardim de Lineu – Belas escadarias datadas de 1928 e situadas nas extremidades do Jardim de Lineu, que foi inspirado no Jardim Botânico de Upsala, Suécia, onde trabalhou Carl Linnaeus, considerado o “pai da taxonomia”.



Estudantes do 7 ano 








Estufas – Construídas em estruturas de ferro inglês, é o marco inicial do Jardim Botânico de São Paulo. Uma delas abriga plantas tropicais, principalmente da Mata Atlântica, enquanto a outra se destina a exposições temporárias








Lago das Ninféias – Um dos recantos majestosos que o Jardim possui. O lago formado pelo represamento do Córrego Pirarungáua, afluente do Riacho do Ipiranga, abriga grande quantidade de plantas aquáticas das quais se destacam as ninféias nas cores amarela, roxa e rosa, flor símbolo do Jardim Botânico.













Trilha da Nascente – Nesse percurso o visitante vai adentrar no interior da Mata Atlântica, por meio de uma trilha suspensa de 360 m que o levará até uma das nascentes do Riacho do Ipiranga, de onde brotam suas águas. O acesso é adaptado para pessoas com mobilidade reduzida.









Castelinho - Construção com paredes de pau- a- pique escondido no meio da mata, é também conhecido como Castelinho do Curupira.










Pic nic




Faça um passeio virtual acesse o site abaixo:

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

sábado, 8 de outubro de 2016

Mostra Cultural da EMEF Manoel Carlos de Figueiredo Ferraz

Apresentação dos Trabalhos: Horta do SAPO e Composteira realizados em 2016 pelos estudantes do 7º ano da tarde e Jovens e Adultos da noite.










O objetivo da compostagem é transformar o material orgânico em húmus, concentrando de forma equilibrada nutrientes para as plantas, tantos os macros NPK (Nitrogênio, Fósforo e Potássio) , quanto os micros - boro, zinco, molibdênio, cobre, manganês, ferro, cloro... além de dar estrutura e vida ao solo. Quando se aplica composto orgânico no solo você possibilita a criação de microorganismos poderosos que irão fornecer, na quantidade certa e constante todos os nutrientes de que suas plantas precisam. 
Compostagem nada mais é que a transformação de restos orgânicos em húmus, ou seja, os microorganismos e minhocas comem os restos e excretam húmus.


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

HORTA DO SAPO - Quer saber o porquê desse nome?

Um tempinho depois que começamos o plantio de mudas e semeamos sementes na horta, em meados de julho apareceu um sapinho de louça. Esse satinho some e aparece na horta! De lá para cá ele é o nosso "Muiraquitã"- nosso amuleto da sorte. 










segunda-feira, 11 de julho de 2016

À Sombra de um Delírio Verde : documentário sobre os Guarani Kaiowá



Na região Sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, o povo indígena com a maior população no Brasil trava, quase silenciosamente, uma luta desigual pela reconquista de seu território.
Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, juntamente com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível "limpo" e ecologicamente correto.
Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e trabalho escravo.
Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

Ficha Técnica
À Sombra de um Delírio Verde
Tempo: 29 min
Países: Argentina, Bélgica e Brasil

Narração: Fabiana Cozza
Direção: An Baccaert, Cristiano Navarro, Nicola Mu

http://www.funai.gov.br/index.php/ascom/58-galeria-de-videos/165-segundo-exemplo-de-video